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sábado, 7 de novembro de 2009

Eu amo uma zumbi

I Love a zombie.

Eu sou um fotografo para uma revista teen, tenho trinta e dois anos e agora faríamos uma reportagem sobre as tribos e fiquei encarregado de tirar as fotos, houve patricinhas exibidas balançando suas saias e cabelos e demorando várias horas para tirar uma pequena foto em grupo, em que elas reclamavam estar mais feias que algumas ou reclamando que a maquiagem não estava à melhor do que todas elas ali.

Os emos já não deram muito trabalho, bastaram apenas eles fazerem suas poses estranhas e originais.

Os Bad boys, os surfistas, as lolitas, tanto as orientais e ocidentais. Os Rockeiros e até mesmo uns poucos hippies que ainda existiam. Mas o que mais me marcou foi sobre a matéria dos góticos, em que tiramos uma foto com eles no cemitério à noite, estava em um grande breu. Quando terminamos a sessão de fotos, eu fiquei por mais algum tempo lá, infelizmente ou talvez felizmente era o lugar em que minha mãe havia sido enterrada, ela tinha câncer.

Estava ali pensando em como seria ter minha mãe de volta, com ou sem câncer, eu a amava mais do que tudo. Não conseguia chorar, chorei por anos na época de sua morte, agora lagrimas não me sobraram mais, mas será que eu aprenderia a conviver com a morte? Para suporta esta dor eu me tornei fotografo de coisas alegres, uma revista teen. Tenho inveja dos jovens bonitos, tão inocentes, tão alegres, tão felizes e vivendo como se não existisse o amanhã, queria voltar àquela época, mas era praticamente impossível.

Estava partindo do cemitério, não havia ninguém, estava ficando tarde, mas ao caminhar sentir uma presença ao meu lado, olhei para trás onde havia sentido a presença, uma menina de pele tão branca que chegava a ser cinzenta, o vestido tomara que caia vermelho vinho rasgado. Uma meia-calça roxa cobria as pernas cinzentas da menina, o cabelo cobria o rosto dela, parecia muito com a Samara do filme de terror O chamado, mas provavelmente seria apenas uma garotinha órfã que perdeu seus parentes. Decidi falar com ela. Provavelmente estaria com mais ou menos doze anos de idade.

- Oi menina. – Eu falei com ela agachado na mesma altura, vendo seus pequenos olhinhos olharem para o meu rosto, os olhos eram negros assim como seus cabelos. – Qual seu nome? – Perguntei.

Ela demorou um pouco a responder, mas pelo menos obtive a resposta:

- É Lecticia...

- Que belo nome. – Sorri.

Ela parecia ser uma garota gentil, então sentei ao seu lado e começei a fazer mais perguntas:

- O que vocês faz aqui, tão sozinha e triste?

A menina me encarou com olhos mortais, eu me tremi um pouco.

- Eu visito esse lugar toda a noite, não é minha casa se é o que estar pensando. – Ela tinha apenas carinha de anjo.

Eu não conseguia dizer nada, estava um pouco assustado e sem saber o que responder aquela garotinha de doze anos inteligente.

Ela ficou parada ali por algum tempo de cabeça baixa como estava e eu também, sem nada a responder. Alguns segundos de silencio perturbador, a sua voizinha delicada quebrou o silencio avisando-me para ir embora do cemitério imediatamente, nem mesmo o coveiro ficaria tão tarde neste cemitério. E realmente eu não via ninguém.

Eu estava saindo do cemitério e estava indo com a garota, ao passar pela porta fora do cemitério ela desapareceu, pensei dela ter saído com medo assustada, não querendo que eu a veja assim, mas eu a achei muito corajosa ir sozinha no meio da noite naquele cemitério.

No dia seguinte a revista era mensal, o que me dava bastante tempo para o trabalho, mas agora ela já estava nas vendas e minhas fotos presentes lá, quando peguei a revista para olhar as fotos das tribos, em um pequeno ponto da foto dos góticos no cemitério a garotinha estava lá, sentada em uma das lapides.

Corri imediatamente ao editor da revista e perguntei se ele havia visto a foto da menina sentada na lapide, o homem também se assustou ao vê a foto, todos que estavam ali ficaram curiosos e começaram a chamar a foto de “A foto da garota assombrada”. Eu mesmo não acredito em fantasmas ou coisas sobrenaturais, se existissem, já teria visto minha mãe várias vezes, ou pelo menos uma.

Estava voltando para a casa já no crepúsculo, quando passei por aquele mesmo cemitério, eu não era muito de ir por este caminho em direção a minha casa, mas algo me dizia para mostrar a foto a garota. Entrei lá e esperei até ela chegar, lembro perfeitamente que ela me disse que vinha todas as noites.

- Boa noite. – Ela me cumprimentou aparecendo do nada, como da primeira vez, mas esta, não senti sua presença “fantasmagórica”.

- Boa noite Lecticia, olha lhe trouxe isto. – Então tirei do bolso a foto gótica em que ela aparecia, de princípio ela pareceu não entender. – Veja bem, você aparece na foto.

Ela olhou, mas sem mudar muito sua expressão, me devolveu a foto e pediu várias vezes desculpas, eu disse que tudo bem, não era problema, mas que eu gostaria de levá-la aos meus colegas e lhe mostra que a fama de fantasma não era para ela.

- Não sou fantasma, o senhor sabe disso, então não precisa comprovar nada a ninguém. – E foi isso que me respondeu.

Eu sabia que ela não era um fantasma, então por que não poderia ir aos meus colegas e lhe provar que é de carne e osso, um ser humano, apenas uma criança carente, mas ainda era um ser humano. Não quis discutir, ela ainda era uma criança.

Sentamos novamente no mesmo lugar de ontem e lhe perguntei por que sempre vinha ao cemitério todas as noites e se ela tinha família.

- Eu tenho, moro com meus tios, meu amigo Kairo que eles o acolheram e também moro com uns amigos deles.

Percebi que a família desta menina era carente, mas como neste país com tanta injustiça, fome, miséria... talvez o motivo de vim ao cemitério todos os dias seria para olhar seus pais? Ou para pedir alguma boa ação das pessoas que agora que perderam parentes decidem fazer alguma coisa boa, ou simplesmente pelo fato de todos a acharem corajosa de ficar no cemitério à noite sem ter medo de nada sobrenatural?

Passamos uma parte da noite até que dava vinte horas e ela mandava eu ir para casa. Toda noite assim era, as vinte eu ia para casa, uma vez por semana lhe dava um presente, uma vez decidi lhe da um livro e ela sabia lê perfeitamente. E em uma das conversas perguntei se ela vinha todas as noites aqui para visitar o tumulo de seus pais.

- Você vêm aqui todas as noites, por quê? – E ela me respondeu com a mesma pergunta que lhe fiz.

- Como?

- Por que você vêm todas as noites? Visitar um parente morto?

- Não, veio visitar você todas as noites, te achei uma criança muito fofa e gentil, mas queria saber o por que você vem aqui parecendo tão triste.

- Eu também veio visitar gente viva, meus pais estão vivos e morando em algum lugar distante.

- Então por que vem aqui?

- Não posso sair daqui.

Eu não havia entendido, é claro que ela poderia muito bem sair do portão, mas talvez isto seja algo que seus tios a obriguem a fazer, trabalhar até as vinte horas, em que eles viriam buscá-la ou que ela trabalhava para conseguir dinheiro com as pessoas, para não voltar sem nenhuma moeda para a casa dos tios.

- Seus tios? – Perguntei.

- Sim, não que eles me obriguem, mas também é necessário que eu venha aqui.

- Por quê?

- Você só fala “por quê”...

- Desculpe-me, gostaria de ajudá-la caso esteja com algum problema familiar.

- Não tenho problemas.

- É o que todos com problemas dizem.

Desta vez eu decidi ficar até mais que as vinte, assim que ela me mandou para fora do cemitério, ao olhar de volta secretamente, ela havia desaparecido, talvez havia voltado para casa, mas eu não conseguia sair dali, eu sentia que havia algo mais do que só isso.

Esperei até que não houvesse ninguém no cemitério, este fechava rápido, muito estranho e a meia-noite ela havia voltado, eu olhei atentamente para ela. Junto com ela havia um menino, um pouco maior. As suas roupas eram rasgadas como as dela e ele usava terno.

Os dois conversavam sobre algo, o garoto tirou de seu bolso uma flauta e a Lecticia ficou apenas observando, mortos saiam das suas tumbas, minhas pernas ficaram tremulas, minha garganta simplesmente secou, não sentia nem ao menos se estava respirando. Oh Deus o que era aquilo? Lecticia é realmente uma garota fantasma?

Os zumbis desapareceram dali lentamente, e o casal de crianças ficaram a espera, dois adultos, uma mulher que mais parecia a Morticia da família Adams e um homem que usava um tapa-olho, hilário, mas aquele não era o momento para rir.

Os zumbis que tinham acordado com a flauta amaldiçoada do garoto, trouxeram duas pessoas, um homem jovem e forte, de cabelos castanhos, moreno e musculoso e uma mulher também jovem, loira de olhos azuis. Lecticia e o garoto pegaram pelo braço da loira e a jogaram no chão. Lecticia pegou o braço da menina e mordeu, a loira gritou de dor. O menino pegou o outro braço e fez o mesmo, pareciam estar comendo carne humana. Eu segurei meu vomito, estava ficando tonto, não agüentaria vê aquelas cenas. A mesma coisa o casal adulto fez, porem com o homem.

Ainda não conseguia me mexer e o enjôo só aumentava de eu simplesmente pensar na cena, rezava muito a Deus para que me tiarasse daquele lugar com vida. Decidi novamente olhar para o que faziam, era horrível, via-se todos os órgãos daqueles humanos, os corpos nus e as barrigas abertas, não consegui, vomitei. E parece que me ouviram estavam vindo em minha direção, mas foi apenas um susto, eles não podiam sair do cemitério.

- Se você não quer ser devorada, saia daqui imediatamente. – A mulher Morticia disse, me encarando.

Eu consegui corre, corri como nunca havia corrido e decidi não voltar para aquele cemitério, afinal, Lecticia e nem aqueles outros monstros podem sair daquele lugar.

Em uma vez, depois de tanto tempo passei novamente por aquele cemitério, algo de errado deu em mim, pois quando reparei já havia entrado no cemitério, no crepúsculo.

Ao caminhar até lá, a garota novamente me apareceu, simplesmente me abaixei e perguntei o que era aquilo, e ela me beijou. Apenas isso, nada mais e nada menos.

Me afastei com ela e gritei dizendo que ela era uma criança e eu um velho homem, não podíamos ter um relacionamento.

- Eu sou bem mais velha que o senhor, tenho 105 anos.

E ela me disse numa maneira tão fria e seria, eu novamente me tremi como da ultima vez que estive ali, me arrependi de ter voltado.

- Eu sou uma comedora de carne humana, uma zumbi poderosa, por isto posso controlar estes corpos mortos, enterrados em caixões, em decomposição, com o fedor para afastar a todos, mas eu não tenho ofato. – E ela me fez sentar em uma das lapides. –Oh, meu humano querido que me amou e que eu amei, deixe-me provar um pouquinho de sua deliciosa carne macia, quente e tão humana.

E ela me mordeu na mão, eu gemi de dor, o sangue começou a escorre, caindo no chão do cemitério, ela tirou a sua pequena boca agora com os lábios vermelhos e olhou para mim. Eu criei coragem para olhar minha mão, um enorme buraco lá tinha e eu estava gritando de dor. A garota logo me dera outro beijo, o gosto de meu sangue nos seus lábios e de minha pele sentia ali, era nojento, mas ela me segurava e eu também não queria parar, eu também estava gostando dela.

A noite mais macabra de minha vida, toda noite agora eu iria para ela provar um pouquinho de minha carne, mas assim eu estaria morrendo, morrendo por amar, é este o preço de um humano amar um monstro. Você tem que morrer por ele, da sua vida para nunca mais morrer.

E foi isso que aconteceu, problemas de infecções eu tive, anemia, hemorragias, entre outros problemas, mas eu sempre ia visitá-la agora.

- Eu não posso mais ficar aqui. – Ela me disse.

Eu não queria que ela fosse embora, mesmo que ela comesse toda a minha carne, sugasse todo o meu sangue e usasse todos os meus ossos como palitos de dentes, eu não desejava que ela partisse.

- Se eu ficar, você se machucará.

- Você disse que não pode sair do cemitério.

- E não posso, por que se eu sair, muitos vão me vê e saberem que não sou uma criança comum, estou morta, morta a muito tempo.

Percebi então que se ela ficasse na luz veriam sua pele acizentada, os olhos que chamavam a morte, a sua fama como fantasma faria bastante sucesso e poderia ir acabando indo para a televisão.

- Se eu parti agora, ir para longe, à noite com eles, não precisarei te machucar.

O preço de um monstro amar um humano é machucá-lo, e suportar a dor de parti enquanto sabe que o humano está bem e amando outro mortal como ele. E ser imortal é a pior parte, lastimará a vida toda.

- Vamos ficar juntos, por favor, eu te amo. – Insisti, mas ela não aceitou.

Na noite seguinte ela se foi, um lugar longe de mim e que ela nunca havia me falado, ela me disse que nunca sairia dali e nunca teve vontade de se mudar. Eu fiquei doente, não pelos problemas das mordidas da garota, era sua falta, estava com depressão.

Agora estou aqui escrevendo o que me acontecerá, estou doente e talvez morrerei sem ela, mas só queria dizer a ela mais um eu te amo e...

- Acorde, acorde. – Insistia uma voz, ao abrir meus olhos me encontrei novamente com a garota. Agora eu estava com a mesma roupa que eu parti e minha pele estava tão cinza quanto à dela. – Agora viveremos juntos para sempre.

Não entendi como aconteceu, mas eu sabia de uma coisa, amar é sofrer, amar, você faz coisas que até mesmo você não acredita.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Adolescencia =D


Oie povo!!
Minha mãe hoje me mostrou um slide que mandaram para ela falando da infância da década de 60,70 e 80. E ela mostrou e tal que os tempos lá eram muito divertidos e eu pensei: "pow claro que foram divertidos, vocês podiam fazer o que quiser e nem tinham tanto assim com o preconceito dos pais, eles nem ligavam". Mas hoje em dia os pais ou dão muita liberdade ou deixam os filhos trancados como se fossem na cadeia, sei que isto pode ser de modo exagerado para alguns pais, porém os filhos se sentem exatamente assim.

Eu sou uma dessas crianças que sou presa dentro de casa, que meus pais não confiam em mim. E é por este motivo que minto muito para eles. Por isso se você também reclama que seus filhos mentem é exatamente por isso: não há confiança entre ambos os lados.

Eu ainda no momento não coragem de contar aos meus pais exatamente o que sinto, como blogs são formas para se expressar resolvi escrever aqui (mesmo que ninguém leia, fico aliviada em pelo menos contar ao blog que ninguém lê '-').

Os pais de hoje em dia tem preconceito com tudo, o que fazemos, eles já vão "Esculhambando". Não deixam pintar o cabelo ou um garoto querer pintar a unha (isso acontece principalmente na adolescência). É claro que tem gente que ainda não tem idade para tal coisa, mas na adolescencia se quisermos ser proprio do nosso proprio nariz diz: Quer mesmo? Boa sorte.
Se algo acontecer, simplesmente nos põe pra fora, não nos importamos, temos amigos. Mesmo que vocês não deixem a gente ter amigos (como no meu caso), temos sim e muitos que podem nos ajudar, é melhor do quer fugir de casa e você não saber o motivo.

A mesada, com a mesada todos podem fazer o que quiserem com o dinheiro, então é responsabilidades deles. Mas eu queria trabalhar ao receber mesada da cara emburrada dos meus pais (eu sei que muitos vão preferir ganhar a mesada dos pais), mas gente pensa comigo: trabalhei duro, tenho direito de fazer o que quiser com o dinheiro. Assim não tem desculpas pros pais ficarem no pé, qualquer coisa junta dinheiro, tiver 18 anos sai de casa.

Estão vendo caros adultos Os filhos que vocês prendem podem ser a pessoa que vai deixa-los para trás e não quererem mais saber de vocês. Mas é bom ser rigoroso em relação a mesada, a gente tem que trabalhar vamos ganhar mais responsabilidades, vocês tiram a "televisão e o computador" no momento enquanto juntamos dinheiro para termos um notebook.

Os adolescentes soltos ou muito presos, não importa, conversem com eles sobre tudo, mesmo que se façam tímidos, é bom saberem, pois são as pessoas tímidas que: não têm amigos, vão se drogar, entrar em depressão etc. Mas claro, também sejam amigos com eles.

Vergonha? Não temos, pelo menos não quando nossos pais são tão legais e gentis com nossos amigos (a não ser daquela educação falsa, que você é uma pessoa certinha), ninguem gosta de pessoas "certinhas", principalmente os filhos. Por isso sejam amigaveis conosco e também não sejam tão soltos, pros nossos amigos acabarem gostando mais de vocês do que da gente.

As tribos pais ter preconceito com pircens é moda hoje em dia, não concorda? O que mal faz? é a mesma coisa que você usar um allstar laranja brilhante, que chama muito atenção. E mesmo assim seus pais deixam você usar. Claro que ela trás riscos a saúde, por isso adultos se vocês querem que não usamos essas coisas, põe no google sobre os riscos que ele traz e mostre-o. (claro que vocês tem que ter muita confiança, porque quando mais repreender, mais irão ser rebeldes). Se o filho que ser emo, surfista, gótico, hippie, sei lá mais o que. Saiba: é apenas por um momento, eles não vão usar aquilo para sempre. Mas mesmo assim, expliquem os riscos (tendo vocês confiança) e assim ele tomará os cuidados para não entrar no caminho errado com os amigos.

Amigos influencia? Muitos adultos acreditam que são os amigos que influenciam. Pode até ser, mas é porque não têm bom relacionamento. Filhos drogados, percebem que eles não tem bom relacionamento na familia, o filho mente, o filho esconde coisas, etc. Só há alguns casos de jovens desse jeito que não têm coragem de usar drogas (como eu, claro, apesar de tudo que "sofro" em casa, eu quero me vingar dos meus pais, por isto drogas só me levará a morte, ainda não posso morrer). Por isto o unico problema de seu filho te odiar, e você acha-lo rebelde é: NÃO HÁ CONFIANÇA.

Como ganhar confiança? Seja como um colega de classe dele, apoio nos sonhos dele, dêm forças, e não fique só naquela história: estude, estude, se não eu te bato. Ou algo do gênero. Tem tanta gente que não estuda e pode até virar presidente (Lula). Então problema dele se não estudar, ponha ele pra fora XD. Mas ele com certeza vai estudar se todos tiverem confiança nele, porque ele vai pensar: meus pais muito bons e gentis, tenho que passar de ano para irmos viajar juntos nas férias. Ou algo parecido, porque se não têm muita confiança, são muito afastados, ou pelo menos o filho tem um problema que não possa contar aos pais e estes não estão lá para ajuda-lo, então diga: Sayonara vida pacifica. E ai é que eles tiram nota baixas mesmos. Mas é claro que eu disse: quero vingança, é por isso que estudo e quero passar, quero provar aos meus pais que mesmo sem eles posso me dar bem. E que eu sozinha vou ser mais feliz (É muito radical, parece filme, mas é pura realidade)


terça-feira, 6 de outubro de 2009

Contos - A boneca de porcelana chinesa

Uma menina caminhava pelas ruas normalmente, quando em uma loja chinesa encontrou uma boneca, linda, uma boneca chinesinha de porcelana. Os cabelos longos, olhos e cabelos negros. A menina se encantou pela graciosidade que a boneca transmitia, entrou na loja e perguntou quanto ela custava.

- Você realmente gostou desta boneca? – Perguntou o vendendor meio assustado, geralmente a boneca dava medo nas pessoas.

- Sim, eu gostei, Quanto custa? – A menina remexia na carteira a procura do dinheiro.

- Para você leve a de graça, todos que a compraram devolveram, estou cansado dela também.

- Tudo bem.

A menina sem hesitar pegou a boneca chinesa em seus braços e saiu da loja aos pulos por ter ganhado uma boneca muito linda.

Seus pais se assustaram um pouco com a boneca, mas a menina não.

- Ta bom, mas ela vai dormi no seu quarto. – A mãe avisou-a.

A garota concordou, O dia todo ela ficou brincando com a boneca o dia todo, até que anoiteceu e chegou a hora de dormi.

A menina ficou abraçada na boneca, e dormiu a noite toda.

Os pais estavam se acostumando com a boneca ao passar dos dias, mas a semana de provas da menina chegou e ela não brincava mais com a boneca.

Então em uma noite...

A menina dormia abraçada a boneca.

- Por que você não quer brincar comigo? – Uma voz doce de sotaque chinês surgiu no quarto.

- AM? – A menina se levantou e viu a boneca piscando os olhos e mexendo a boca. – Por que não brinca comigo?

A menina deu um grito, mas a boneca a tampou com sua pequena mão pálida.

- Não grite, brinca comigo.

- Não vou brincar com você! – Ela pegou a boneca e a trancou em uma caixa.

A garota contou aos pais o que aconteceu, eles não acreditaram, mas com o medo da filha eles levaram a boneca a outro lugar, De dia ela ficava fora da caixa a noite sempre dentro, e a menina nunca mais quis saber desta boneca.

A boneca chinesa não quis mais ser ignorada e agora lutaria pelo seu direito de brincar.

Numa noite, a menina dormia no quarto, quando se virou para o outro lado na cama, a boneca estava lá.

- Brinque comigo.

A menina deu um grito e jogou a boneca no chão, correu para o quarto dos pais.

A boneca não agüentava mais ser considerada algo ruim e que desse medo, se eles acham que dou medo, vou fazê-los me temerem de verdade. E ela fez, foi a cozinha, pegou óleo e fósforo. Colocou fogo nas panelas e depois acendeu uma vela e queimou a casa começando pelas cortinas, a casa ficou em chamas. A família toda morreu, pois dormiam todos em um quarto só.

Na televisão ninguém sabia o quem causou o incêndio, pois a família toda dormia.

O velho vendedor chinês daquela mesma loja fechou a tevê e foi para fora vê se havia novos clientes, nada de clientes, mas sua velha boneca de porcelana havia voltado.

- E eu achei que com esta menina você teria um bom lar.

By Cathy (Eu)


Comentem e deixem uma criança felix lol [agradeço]

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